sábado, 25 de agosto de 2018

Ei, você!

Ei, você!
Por que esse olhar tão triste?
Por que essa sensação tão grande de vazio?
Por que essas lágrimas presas, impedidas de pela face rolar?

Ei, você!
Por que tantos sonhos desperdiçados?
Por que tanta insistência em desistir de tudo tão facilmente?
Por que é tão difícil lutar?

Ei, você!
Por que essa necessidade de desacreditar de si mesmo?
Por que essa tendência a precisar da aprovação dos outros?
Por que não consegue se enxergar?

Ei, você!
Por que não escuta as palavras certas?
Por que não aceita, quando dizem que merece mais, que é capaz de mais?
Por que resiste a acreditar?

Ei, você!
Lava esse rosto.
E ergue essa cabeça.
Se abre para o novo e aceita.
E, antes que me esqueça,
seguro sua mão, se precisar.

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